domingo, 27 de janeiro de 2008

Reflexão: ESCOLHAS.

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"Você já parou para pensar que a todo o momento, em nossas vidas,
estamos fazendo escolhas. Desde as mais simples, como o que vestir pela
manhã, até escolhas que podem definir o futuro da nossa vida.

Tamanha é a dose de arbitrariedade, que podemos escolher olhar para as
coisas boas que a vida nos oferece ou somente para os problemas que
temos pela frente. Podemos escolher se faremos as nossas coisas com
grande comprometimento ou apenas por fazer.


A opção em ter objetivos que nos levem a uma posição diferente, a uma posição melhor, ou seja, a um lugar ao sol, também é uma questão de escolha. Podemos também simplesmente escolher em não ter objetivos e deixar a vida nos levar, mas não podemos reclamar, se ela nos levar para um lugar não desejado. Escolhemos também se continuaremos a lutar pelos nossos objetivos ou simplesmente desistir.

Nos relacionamentos também escolhemos. Escolhemos como trataremos as pessoas e como deixaremos que elas nos tratem, como faremos as críticas e como aceitaremos as críticas. Fica muito claro que as escolhas fazem parte de nosso dia a dia.

A vida é tão cheia de escolhas que podemos decidir em reclamar da vida ou lutar para deixá-la cada vez melhor. As escolhas são tantas que podemos escolher olhar para os problemas que temos como valiosos objetos de aprendizado, crescimento e superação, pessoal,profissional e até mesmo espiritual.

Ainda temos a fantástica opção da escolha: fazer coisas que nos tragam coisas boas ou ações que nos tragam coisas negativas.Veja que a nossa vida é o resultado de nossas escolhas.

Agora pense e escolha o que você quer para você, mas escolha de verdade. E se aqui posso dar um conselho: escolha principalmente ser feliz."

Que você possa escolher não só ser FELIZ, mas também que você escolha praticar cada dia mais e mais o RESPEITO ao próximo. A preservar a Natureza. A fazer o bem. A elogiar mais e criticar menos. A cuidar das nossas crianças.A Amar mais e se auto-magoar menos.

Precisamos "OUVIR" AS ATITUDES E AÇÕES EM FAVOR DO BEM E "VER" A VOZ DOS BONS.

Pois o silêncio mata,desmata, agride, fere,machuca...DESUMANIZA....

QUE GRITEM OS BONS!

Boas semanas para todos aqueles de grande alma e fortes de "gógó".

=)



segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O GRANDE DESAFIO DA VIDA???......

Porque eu ainda acredito no ser humano,mas principalmente porque sempre acreditarei em mim mesma.


É POSSIVEL MUDAR NOSSO JEITO DE SER?


Sim. Na verdade, mudamos nossa personalidade a toda hora. Agimos de modos diferentes com pessoas de idade, sexo ou posição social diferentes.
Você já deve ter passado pela sensação de ser amigável e inteligente com alguém que o deixa confortável e agir do modo contrário com quem o desafia. Além disso, a nossa personalidade depende do que os outros acham: você pode ser chato para uma pessoa, mas gente boa ou confiável para quem o conhece o melhor. "O homem tem tantos eus quantos são os indivíduos que o reconhecem", disse em 1890 o psicólogo Williams James, um dos primeiros a estudar a personalidade.
Mas é claro que há comportamentos e atitudes que são muito difíceis de largar. Somente 10% das pessoas com pontes de safena mudam hábitos alimentares e deixam o sedentarismo. As outras acabam morrendo de ataque cardíaco simplesmente porque não conseguem mudar. Muitas vezes um pai que bate na mulher e nos filhos promete a si mesmo parar com as agressões, mas não consegue. Talvez os genes favoreçam o comportamento impulsivo- e não é nada fácil ir contra a própria composição genética.

Ou então, olhando pelo lado da psicologia, somos tão arraigados a referência dos nossos pais e as experiências da infância que esses traços viram nossa identidade. Se é assim, fica difícil ate perceber o próprio modo ser.

Mesmo assim, dá para mudar. "Não existe nenhuma pesquisa científica que mostre que o ser humano não tem jeito", diz Mariângela Gentil Savoia, psicóloga do Hospital das Clinicas de São Paulo.

De ter consciência de si próprio, um traço bem arraigado à personalidade, atribuir a ele uma causa, vencer derrotismos e apegos, vão anos, se não uma vida toda. Mas talvez o caminho de nos conhecer, mudar o que for possível e nos contentar com o que somos seja o grande desafio da vida.
Fonte: PERSONALIDADE_ "O que faz de você, VOCÊ? . Revista Super Interessante; Editora Abril; Janeiro 2008;Edição 248; pg 56.


Mudar é VIVER!.....eu Vivo...e vocÊ?...


2008 de muita luz para todos...

Fran.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Dia Mundial da Biodiversidade

"SE VOCÊ QUISER UM ANO DE PROSPERIDADE, PLANTE TRIGO.
SE QUISER DEZ ANOS DE PROSPERIDADE, PLANTE ÁRVORES.
SE QUISER 100 ANOS DE PROSPERIDADE, ENSINE AS PESSOAS."
Provérbio Chinês

Isso sim é DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL!.Educação!. E tenho dito.


Artigo 02/01/2007_Biodiversidade

Alguém se lembrou que dia 29 de dezembro é o Dia da Biodiversidade ???

por Paulo Brack*

Apesar dos dramáticos dados sobre o aquecimento global e o futuro incerto da humanidade frente a situações de maior freqüência de tragédias climáticas, de desaparecimento contínuo dos ecossistemas naturais, extinção de espécies e à falta crescente de água, os governos dos países de todos os continentes continuam buscando a mesma fórmula de crescimento econômico que aprofunda o ambientalmente insustentável.

As mega-monoculturas de exportação, as mega-hidrelétricas, os mega-empreendimentos industriais continuam sendo a grande solução para a redenção dos povos.
A velha receita imediatista.

Desengavetam-se "revoluções verdes" e "caminhos nucleares" para crises planejadas, com processos econômicos que desconsideram os processos ecológicos que se formaram há milhões de anos.
Apesar do Mercado da Grande Escala e os governos, seus sócios ou reféns, estarem satisfeitos com a homogenização da paisagem econômica,cultural e biológica, o dia 29 de dezembro é o Dia Mundial daBiodiversidade.
Que entendimento temos disso? Que cenário futuro este modelo nos presenteará? Qual o papel do Brasil, país megadiverso frente à mega-solução do Mercado que defende a clonagem da vida, o patenteamento dos organismos vivos, travestidos de transgênicos?

Ao Mercado Global, da solução única, não interessa a diversidade. Talvez por isso tenha permitido essa data, de última hora, 29 de dezembro para um tema tão estratégico para os países doTerceiro Mundo. No Brasil, bilhões de reais estão sendo encomendados para a infra-estrutura dos mega-empreendimentos, como a transposição do rio São Francisco, as mega-hidrelétricas do rio Madeira, as adicionais e caras usinas nucleares de Angra, entre outras.

Esquecemos que, no fundo, os pilares da economia são formados pela biodiversidade. Mais de 5 mil espécies vegetais alimentícias da florabrasileira esperam por seu espaço para romper a paisagem homogênea do agronegócio. O descaso é tanto que o país perde anualmente 5,5 bilhões de dólares pelo patenteamento estrangeiro de nossa flora e fauna.

Governos, universidades e empresas não se livram da lógica imediatista, alegando que demoraríamos muito para pesquisarmos nossa biodiversidade (alimentos, medicamentos, produtos energéticos, etc.).

A agricultura convencional de exportação de grãos, no país das frutas tropicais nativas, não tolera a diversidade. Da mesma forma, na questão energética, no convencional cenário imediatista,praticamente, não há espaço para inovações de soluções locais,descentralizadas como energia solar e eólica, o biogás, o biodiesel a partir de permacultura, como, por exemplo, no uso de óleos de nossas palmeiras, com menor impacto ambiental do que a hipertrofia da soja. A maior conservação e eficiência energética talvez não interessem ao crescimento de 5 % que está na pauta cotidiana dos grandes veículos de comunicação atrelados ao capital das grandes empresas que teimam em manter a ordem da concentração insustentável.

O Meio Ambiente continua tornando-se o vilão do "crescimento", como na última década de 70.
Interesses inconfessos preferem manter o modelo imediatista da dependência. Para tanto, a flexibilização laboral-ambiental é a palavra de ordem. Não lhes interessa admitir que a crise dos "controladores do meio ambiente" é crônica e tem como fundo os interesses do grande capital que não tolera regras ambientais e sociais. A deliberada fragilização do controle ambiental aprofundiza-se, ao mesmo tempo que se aprofundiza a busca pelo atalho reducionista do crescimento atrelado a seus mega-projetos "miraculosos" que arrasam a natureza.

Diante da inerente contradição do Mercado Global, o dia 29 de dezembro continua sendo o dia da Biodiversidade. Quantas pessoas sabem disso? Que interesse os governos têm de divulgá-lo, se em Joanesburgo, a Rio + 10 foi um fracasso promovido pela lógica expansionista da globalização neoliberal? Nesta lógica, perde o Brasil e o Mundo.

Mas não interessa permanecermos "lamentando" a situação, sem buscarmos as necessárias alternativas.

Uma alternativa seria que os setores não governamentais e governamentais, que tenham coragem, refletirem sobre a realidade do modelo e de caminhos mais sustentáveis.
Assim, é fundamental que os setores não governamentais e governamentais construam uma proposta que parta de outro paradigma que não a do vazio "crescimento" da economia. Está na hora de montarmos um projeto "Brasil Sócio-Biodiverso 2012", tendo como horizonte a médio prazo aRio + 20, onde distintamente da Rio + 10, as organizações não governamentais tomariam a dianteira e não esperariam pelos governos ambíguos e sem rumos sustentáveis.
Um documento que tenha metas a curto, médio e longo prazos. Comecemos desde já elaborar esta proposta?

O autor é Professor do Departamento de Botânica da UFRGS


Fontes:

National Geographic Brasil_DossiêTerra, por uma vida sustentável no século 21_Edição especial de colecionador_São Paulo_Editora Abril_2007

http://www.ecoagencia.com.br/index.php?option=content&task=view&id=2049&Itemid=62

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

.O Melhor de 2007.

...porque as imagens dizem tudo!



...que venha 2008!
=)
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sábado, 22 de dezembro de 2007

Hora de pôr o dedo na ferida!.


As minha vivências e experiências transformaram os meus valores e opinião sobre as drogas...

Não sou usúaria, mas sou contra a hipocresia de milhões de jovens brasileiros como os estudantes e "colaboradores" da ong no filme Tropa de Elite, que só estavam ali posando de "bom moço"para garantir seus "canal"de distribuição da droga....CHEGA DE PESSOAS MEDIOCRES!!!...Precisamos de pessoas com reais sentimentos de valorização do ser humano, dotados de alta grau de respeito pelas pessoas ao redor, pela natureza e todos os seus seres vivos.

História que fica para um segundo momento, o importante é dizer que sim,sou a favor de uma discussão sensata, séria e com muita postura..No "oba oba" os jovens nao irao alcançar nada...

E sim,EU COLOCO MINHA CARA NA FRENTE.....precisamos de Brasileiros com "B"maiusculo, brasileiros que mostrem suas caras......BRASIL MOSTRA A SUA CARA!!!






A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA PODE ATÉ TER POUCO IMPACTO NO TRÁFICO DE DROGAS, MAS TIRARIA USUÁRIOS PACÍFICOS DA LINHA DE FOGO QUE SEPARA A POLÍCIA DOS BANDIDOS.
O embate monismo versus dualismo suscita as mais elevadas questões filosóficas, mas por um erro conceitual acaba repercutindo em assunto muito prosaico, embora de urgente interesse público. O homem sempre se valeu de drogas para tratar corpo e espírito. Por razões históricas e econômicas, várias substâncias foram criminalizadas ao longo do século XX, criando um mercado negro de alta lucratividade. A repressão violenta ao narcótico alimenta a mais antiga maldição da espécie- a guerra que faz qualquer produto valer os olhos da cara. Nas últimas décadas, esse mecanismo perverso gerou desgraça e degeneração moral sem conseguir frear o consumo das substâncias banidas. Sendo inevitável que a sociedade comece a questionar a conveniência do proibicionismo, persiste o argumento de que drogas perigosas devem continuar ilegais. Mas, do ponto de vista biológico, o que é uma droga perigosa?
Comparemos as drogas ilícitas mais comuns: maconha e cocaína. Em doses baixas, a primeira pacifica dores e incrementa a criatividade. Em doses altas, desinfla a vontade, embota o espírito e causa letargia e desmotivação. A Cocaína faz o contrário: agita o pensamento, aguça a vontade e, no limite, conduz a paranóia e a agressividade. A interrupção do uso crônico da maconha causa depressão moderada e passageira, enquanto a abstinência da cocaína provoca grande ânsia de consumo da droga e forte depressão. O contraste dá sentido à distinção entre drogas “leves” e “pesadas”, ou entre dependência “fisiológica”e “psicológica”.
É nesse ponto que certos porta-vozes da ciência se confundem, invocando um monismo desavisado para afirmar que toda dependência “psicológica” é também “fisiológica”. Nenhum cientista discorda que a vida psíquica tem base em processos bioquímicos, mas não se pode negar a enorme diferença entre ter vômitos e diarréias por abstinência de heroína ou simplesmente sentir falta de um cafezinho a mais. Heroína e cocaína atuam em circuitos neurais relacionados, respectivamente, ao prazer e à obtenção de recompensas. São percebidas pelo cérebro como substância altamente desejáveis, gerando forte dependência após poucas exposições. O álcool, a cafeína e os princípios ativos da maconha não atuam diretamente nesses mecanismos, o que gera conseqüências mais brandas. Em altíssimas doses, todas essas drogas causam dependência. Mas no uso medicinal ou recreativo, há gigantesca distancia entre os componentes “psicológicos” e “fisiológicos”.
O fato é que o uso da maconha fora dos grupos de risco (jovens em geral e adultos com tendências depressivas ou psicóticas) não é grande perigo para o indivíduo nem para a sociedade. Se é verdade que a legalização da maconha isoladamente teria pouco impacto no financiamento do tráfico, a medida criaria um mercado formal novo, desenvolvendo a erva à tabacaria. E, sobretudo, tiraria os pacíficos usuários da linha de fogo que separa a polícia dos traficantes de drogas “pesadas”, protegendo-os de um confronto em que ambos os lados praticam corrupção, a tortura e o assassinato, como foi retratado de forma exemplar no filme Tropa de Elite de José Padilha. É hora de discutir a fundo, com honestidade intelectual e dados empíricos. O bom senso adverte: sufocar as drogas com plástico mata.

SIDARTA RIBEIRO é PhD em Neurobiologia pela Universidade Rockefeller e diretor de pesquisas do instituto Internacional de Neurociência de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS). Fez pós-doutorado na Universidade Duke (2000-2005) investigando as bases moleculares e celulares do sono e dos sonhos e o papel de ambos no aprendizado.

Fonte: Revista Mente e Cérebro edição de Dezembro 2007, Ano XV N179, Coluna Limiar Neurociências, página 23.

http://www.mentecerebro.com.br/



muito legal!!!=D
http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1537

outros sites:
http://www.online.unisanta.br/2002/09-14/pais-2.htm
http://www.blogtok.com/forum/responder/1369/rio-pede-libera-o-da-maconha
http://noticiascanabicas.blogspot.com/2007/10/mtv-debate-legalizao-da-maconha.html
http://www.obaoba.com.br/noticias/noticias_detalhes.asp?ID=7025
http://www.marchadamaconha.org/blog/2007/em-brasilia-jovens-pedem-legalizacao-da-maconha/
http://www.stopthedrugwar.com/pt/cronica/455/iniciativa_legalizacao_maconha_colorado_briga_dificil
;)

Matando pelo bem do Brasil‏!...

“Dinheiro na mão de gente sem noção de civilidade é uma arma tão perigosa como qualquer revólver na mão de bandidos”.

Glória Kalil





Em "Tropa de Elite", o singular não é o filme em si, mas o estrondoso sucesso, antes mesmo do seu lançamento. Como película, a obra de José Padilha repete em geral as receitas inovadoras de "Cidade de Deus", sem o brilho do célebre longa-metragem de Fernando Meirelles: a criminalidade urbana como tema; o narrador como condutor da trama; os quadros dinâmicos em uma sucessão de clips. Uma espécie de plágio doce devido parcialmente ao fato de Bráulio Mantovani assinar os roteiros das duas películas. Na essência, os filmes são opostos. Em "Cidade de Deus", através da história da comunidade homônima, Fernando Meirelles relata a construção social do criminoso, para propor superação individual pela arte e pelo trabalho [fotografia] do destino do jovem favelado ao crime. Mantendo-se nos marcos da leitura da favela pela cidade, a câmara de Meirelles procura dar a voz aos protagonistas. No fundo, é leitura social otimista, ainda que ingênua. Não há meias cores em "Tropa de Elite", apesar do sinistro claro-escuro em que o filme se move. Os protagonistas e antagonistas são feitos de uma só peça: corruptos ou honestos às vísceras. Os únicos heróis são os policiais do BOPE, a sinistra tropa de elite carioca que, no filme, tortura, mata e morre em desesperada e incompreendida última defesa da civilização contra a barbárie, da cidade contra o morro. Ao iniciar a película, o narrador traça o quadro geral maniqueísta: "Se o Rio dependesse só da polícia tradicional, os traficantes já teriam tomado a cidade [...]."
"Tropa de Elite" não cria muito. Limita-se a encenar sentimentos que ultrapassam os limites das classes altas e médias endinheiradas: a certeza de que a única solução para o crime, corporificação da maldade absoluta, é a mão-de-ferro da repressão sem piedade.
Proposta com a qual a mídia martela uma imensa parcela da população que materializa, no sentimento de insegurança, o stress permanente produzido pelas incertezas e insatisfações da vida quotidiana. O que não significa que o filme não possua soluções imaginosas, como a inversão da ordem normal dos fatores sociais, ao apresentar a execução do horrível traficante "Baiano", branco, pelo honestíssimo Matias, policial e acadêmico de Direito, negro. Ou a melodramática superposição de papéis de Nascimento, o capitão do BOPE, organizador dos assassinatos e homem sensível à espera do primeiro filho, símbolo da inocência do mundo que defende, às custas de permanente descida ao inferno. O deputado quer apenas saber o "quanto" vai ganhar, ao se associar a policiais que chafurdam no crime. Os estudantes discutem as causas e as soluções da marginalização social mas, no frigir dos ovos, são drogados hipócritas, traficantes e queridinhos de criminosos. Nesse mundo em degringolada, o único remédio forte é a morte e a tortura ministradas profissionalmente por policiais incorruptíveis, que entregam a vida se necessário no cumprimento de suas missões. Tudo pelo bem do Brasil. José Padilha apenas dramatiza a apologia das execuções de populares pelas forças policiais, sob as ordens e cumplicidade das autoridades e os aplausos dos meios de comunicação. "Carandiru", de Hector Babenco, denunciou sem maior sucesso o mega-massacre da polícia militar paulista. Invertendo o sinal, "Tropa de Elite" glamouriza mortandades como as do Complexo do Alemão, em junho deste ano. Através da escusa da encenação do real, "Tropa de Elite" radicaliza as propostas de "Tolerância Zero" com a criminalidade, apresentadas incessantemente pela cinematografia estadunidenses de segunda linha. Sem pruridos, extrema insinuações de séries como "Lei & Ordem" sobre a legitimidade da execução e da tortura na obtenção de resultados louváveis: a eliminação do terrorista, a morte do traficante, a prisão do pedófilo. Em fins dos anos 1980, o sucesso da sub-literatura de tema esotérico de Paulo Coelho registrou a crise geral da confiança nas soluções sociais racionalistas, devido à vitória mundial da maré neoliberal. No mundo fantástico do segundo governo Lula da Silva, enquanto cresce a dilaceração dos laços sociais e nacionais, os ricos tornam-se mais ricos e as classes médias viajam ao exterior despreocupadas com a inevitável ressaca do dia seguinte do real-maravilha. O sucesso de "Tropa de Elite" registra o conservadorismo crescente da população nacional, na esteira da fragilização do mundo do trabalho e mergulho geral das lideranças populares tradicionais na corrupção. É enorme vitória dos poderosos que policiais fardados de preto encarnem a solução da insegurança nacional, distribuindo a morte entre os pobres, sob a bandeira da caveira sorridente. "Tropa de elite, osso duro de roer, pega um, pega geral, também vai pegar você!" E, se não te cuidares, meu chapa, vai te pegar, mesmo!
* Mário Maestri, 59, é professor do curso de História e do PPGH da UPF.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

SAVE THE SHARK!!!







Listados aqui algumas coisas que julgo bem interessante, que valem a pena parar uns minutos para que você possa ampliar seus horizontes e conhecimentos.






Blog de Darren Jew, o meu fotografo australiano favorito...ele é show!...e essa campanha que ele participou conseguiu tira do ar no AMAZON.com a venda de barbatanas dos tubarões.





Aprenda mais sobre.....(GOOD!...VERY GOOD!)






Intimidade!...Video Interessante!






Outros:

Esse link da NG é de 2003......MY GOSH!!!....imagina como não está a situação nos dias atuais, 4 anos mais tarde.....=(------------------












AÇÃO!



É preciso acabar com esse tipo de informação nos meios de comunicação =**%¨%&¨*&*
E principalmente, lutar para que estabelecimentos como esse parem de comercializar sopa de barbatana e outros animais dos mares.......(UM ABSURDO!!!....E AINDA SE ORGULHAM EM DIZER QUE GANHARAM PREMIO PELA CRIAÇÃO DOS PRATOS........Disgusting)









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A coisa mais verdadeira que Rob diz nessa entrevista é sobre o medo que é criado nas crianças sobre os tubarões e outros "danger" animais.......QUE LINDOOO!!!


E acontece exatamente como ele disse.......Sempre te dizem que os tubarões são perigosos e assassinos, no entanto, quando você está na presença do proprio ele tem o PODER de MUDAR tudo......De repente você se vê COMPLETAMENTE apaixonado por ele!



Yes...I LOVE SHARK!....a entrevista é em inglÊs,mas vale muiiito a pena!!!!....DO IT!





E para terminar...um video SENSACIONAL!!!!.......=D



Vamos salvar esses seres extraordinários!!!!!!









Fran.