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quinta-feira, 25 de junho de 2009

30% das espécies de tubarão de mar aberto estão 'ameaçadas de extinção', diz estudo

30% das espécies de tubarão de mar aberto estão 'ameaçadas de extinção', diz estudo


Por BBC Brasil, http://www.bbc.co.uk/portuguese,
Última atualização: 25/6/2009 4:59




O primeiro estudo para determinar o estado de conservação global das 64 espécies de tubarões e arraias de alto mar revelou que 32% estão ameaçadas de extinção, disse o Grupo Especializado em Tubarões da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).
A ameaça vem principalmente da pesca excessiva, de acordo com os técnicos. Segundo eles, os tubarões são "profundamente vulneráveis" a essa prática porque leva muitos anos para que várias espécies atinjam a maturidade e há relativamente poucos animais jovens.

"E, apesar das crescentes ameaças, os tubarões continuam virtualmente desprotegidos no alto mar", disse Sonja Fordham, vice-diretora do Grupo Especializado em Tubarões.

"Nós documentamos sério caso de pesca excessiva destas espécies tanto em águas nacionais quanto internacionais. Isto demonstra uma clara necessidade de ação imediata em escala global."

'Ação demorada'
A FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) reconheceu a ameaça potencial aos tubarões há mais de uma década, quando lançou um plano de ação para a conservação dos animais em 1999.
Mas "o pedido para melhoria dos dados de pesca por parte dos países-membros (...) vem sendo dolorosamente lento e simplesmente inadequado", disse este estudo da IUCN.
Vários tubarões de alto mar acabam sendo pegos por redes de pesca de atum e peixe-espada.
Embora alguns acabem acidentalmente presos em redes, eles estão sendo cada vez mais procurados para a extração da carne, dentes e óleo de fígado e, por causa da alta demanda na Ásia por suas barbatanas.

Barbatanas
A lista da IUCN inclui duas espécies de tubarão-martelo, que costumam ter suas barbatanas retiradas antes de serem jogados de volta no mar.

"Os tubarões-martelo são um caso especial porque eles têm barbatanas de qualidade muito alta mas carne de qualidade baixa", disse Sonja Fordham, vice-diretora do Grupo Especializado em Tubarões. "A proibição da União Europeia da extração das barbatanas é uma das mais fracas do mundo."

"A melhor forma de colocar esta proibição em prática é proibir a remoção das barbatanas no mar. Mas, pela União Europeia, você pode retirá-las desde que as barbatanas trazidas para terra pesem menos de 5% do peso do animal." (absurdooooo isso!!! =X )

"A IUCN estima que, por esta norma, pode-se tirar as barbatanas e jogar fora de dois a três tubarões para cada tubarão mantido", disse Fordham.

Até o final deste ano, o Grupo Especializado em Tubarões vai publicar um relatório completo com a situação de todas as 400 espécies de tubarões, e parentes próximos entre arraias.


fonte:http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=20540299

O pior de tudo isso é a União Européia, formada por países que dizem ser desenvolvidos, cultos e evoluidos, legitimar uma selvageria como essa ...LAMENTÁVEL!!
...estão cavando seu próprio fim, destruindo o príncipal representante do topo de nossa cadeia evolutiva!!!
O ser humano me enoja as vezes...nosso fim está próximo, bem próximo!!!
=(

domingo, 21 de junho de 2009

Gigante cruza o azul dos mares

Cristiane Prizibisczki
17/06/2009, 15:22

Para quem gosta de mergulhar, uma boa pedida é o litoral sul paulista. Isso porque está começando o período de maior ocorrência de raias-jamanta (Manta birostris) nos arredores da Laje de Santos (SP). De junho a agosto é possível observar até dez vezes mais indivíduos do que em outros períodos. A temporada começou em maio e vai até setembro.

A raia-jamanta é maior entre as espécies de raias. De corpo em forma de losango, calda fina e sem esporão, a espécie pode chegar a seis metros de envergadura. Ela se desloca “batendo” as nadadeiras peitorais com
o asas e, ocasionalmente, os animais podem executar curtos “vôos” fora d´água.
Exuberante e passiva, a espécie sofre principalmente com a pesca ilegal em áreas que deveriam estar protegidas, como o Parque Estadual da Laje de Santos, local de maior ocorrência no Brasil. Redes de arrasto, espécies de sacos que são arrastados no fundo do mar ou a meia profundidade, e espinhéis, linhas com diversos anzóis, são grandes inimigos da espécie, que frequentemente fica presa a eles.
Durante a temporada, o Instituto Laje Viva realiza saídas a campo em busca do animal. A entidade não-governamental trabalha com monitoramento da espécie desde 2007 e para a preservação das raias-jamanta no litoral sul paulista, lutando para que acidentes como esses não aconteçam. Por lá, já foram registrados 63 indivíduos diferentes.
Mas não precisa ser pesquisador para participar do projeto. Registros fotográficos de qualquer mergulhador podem integrar o acervo da entidade e ajudar o Laje Viva na luta pela preservação das raias.

Mais informações em www.lajeviva.org.br

Fonte: http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/21946-gigante-cruza-o-azul-dos-mares

terça-feira, 12 de maio de 2009

Tartaruga é ‘pescada’ em São Vicente

Terça-Feira, 12 de Maio de 2009, 10:57
De A Tribuna On-line


O internauta Moésio Rebouças caminhava no último sábado, nas proximidades da Ponte Pênsil, em São Vicente, quando avistou uma tartaruga se debatendo nas águas após ser capturada por um pescador.
Segundo ele, a sorte do animal é que ele não havia engolido o anzol. Somente ficou preso pelo pescoço, no fio de náilon da vara do pescador, que inicialmente imaginava ser um grande peixe.
Com a ajuda de outros homens o pescador cortou os fios que sufocavam a tartaruga, e a soltou novamente ao mar.
“O curioso nessa história é que há placas em alguns pontos da orla de São Vicente alertando para a presença de tartarugas no mar e pedindo que a pesca seja evitada”, ressalta o internauta.

Fonte:http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=412104&opr=435

terça-feira, 7 de abril de 2009

This is Your Chance to Help Save Sharks!

Bring Sharkwater to China. Act Now!

Dear Friends,

It's really important that you help us bring the award-winning documentary Sharkwater to China.


China is the largest consumer and trader of shark fins in the world, fueling the growing demand for shark fin soup that is destroying our oceans within our lifetime. Most Chinese consumers don`t know that shark fin soup contains shark, because the translation literally means, "fish wing soup".


Shark populations have dropped more than 90% in 30 years, destroying the most important ecosystem for our own survival. Conservation isn't just saving species and ecosystems, it's saving humans.

This is a huge consumer awareness issue that we have the power to change. We urgently need your help to create a Chinese version of Sharkwater that will target an audience of over 300 million people. We can change the world, with your help.


More information:

S.H.A.R.K.S.

Just as humans rule the land, sharks rule the sea!


Sharks are fish. However, they do not have bones like other fish.
Their skeleton is made of cartilage. This is the same bendable material that is in your ears!
They also do not have a swim bladder, the air filled balloon-like organ that keeps most fish upright. Sharks have gill slits but no gill-cover, which is common to most bony fish. Because they have no swim bladder to keep them buoyant, sharks sink when not swimming. Shark's bodies are heavier than water and most sharks are constantly on the move.

By moving forward with their mouths open,sharks move water across their gills for breathing. The larger species produce live young that arefully formed, miniature versions of their parents. Mother sharks offer no food or protection for theiryoung.
Young sharks do have a fighting chance, though, as they are born with a full set of teeth and the ability to swim.





Interesting Shark Facts



Just as humans rule the land, sharks rule the sea! Many people fear sharks, because they hear stories about sharks killing and eating humans. Actually, most sharks are not dangerous!

More people are killed by bee stings than by shark attacks. More than 90% of people who are attacked by sharks survive the attack.

Sharks attack more men than women. No one knows why this is the case. The bull shark is the only shark that can live in both fresh and salt water. A bull shark may have been responsible for a shark attack that happened in a creek in New Jersey back in 1916.

The largest shark teeth found belonged to a Carcharodon Magaloden shark and are 6 inches long. This shark is extinct and lived more than 4.5 million years ago.

Sharks do not sleep the same way as humans do. They might seem as if they are sleeping but they are really just resting!

Sharks are strong, healthy creatures.

No other living thing can take better care of itself than a shark can!

Like humans, sharks are at the top of the food chain. Sharks never get cancer! Their cartilage is used in being studied with the hope of developing anti-cancer drugs.

Sharks have been around for more than 300 million years!


They were around before dinosaurs! Sharks' bodies are heavier than the sea, so if they stop moving they sink. If they want to stay afloat, they must keep moving!


There are about 350 different types of sharks, but researchers think there are other sharks that haven't been discovered yet! The dwarf shark is as small as your hand, while the whale shark can be as large as a school bus! A shark is one of the best hunters in the world. Even their little pups go out looking for food.

A shark's hunger can be satisfied with one good meal. The meal can last a long time because a shark uses little energy to swim. Some sharks hold food in their stomachs without it being digested. If they eat a big meal, it can last three or more months!




More info: http://www.indianchild.com/sharks.htm

sábado, 4 de abril de 2009

Barbatana de Tubarão - Se você não consumir, eles não matam

Você sabia que 70 milhões de tubarões são mortos todo ano só pra virar sopa de barbatana?



SE VOCÊ NÃO CONSUMIR, ELES NÃO MATAM !



Campanha Nacional contra o Consumo de Barbatanas de Tubarão

A pesca para obtenção das barbatanas de tubarão é uma ação predatória progressiva, constante e silenciosa. É insustentável e ameaça a sobrevivência dos tubarões.

A conscientização dos consumidores pode contribuir para a queda no consumo, na demanda e no comércio. Se nada for feito, dezenas de espécies estarão extintas nas próximas décadas.



Os tubarões exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares. Sem esses guardiões dos mares, teremos um ambiente marinho doente e frágil. Os decorrentes desequilíbrios nos ecossistemas marinhos serão imprevisíveis e catastróficos.
Participe do Protuba e ajude a preservar nossos oceanos! Em breve, com o objetivo de levantar a percepção da população brasileira sobre o quanto a pesca e o consumo dos tubarões (ou cações), ou partes deles, representam uma ameaça que está levando muitas das nossas espécies à beira da extinção, o Projeto Tubarões no Brasil realizará, com a ajuda de seus voluntários, uma Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação.

43% das espécies de tubarões em nosso litoral já estão ameaçadas de extinção!

Não está na hora de você tomar uma atitude?Que tal contribuir um pouquinho para proteger os tubarões?



Associe-se agora mesmo!

Ou seja voluntário!



Acesse: http://www.institutoaqualung.com.br/protuba.html

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reef shark movements at Ningaloo Reef

Isso é que é pesquisa de verdade ;)
...

26 March 2009
Research from the Australian Acoustic Tagging and Monitoring System (AATAMS) shows the effect of water temperature on the movement and distribution of sharks.

The movements of reef sharks at Ningaloo Reef are being tracked by AATAMS, part of the nation-wide collaborative Integrated Marine Observing System (IMOS). Long term patterns of habitat use and dispersal will help manage the populations in areas where sharks are vulnerable to habitat degradation due to climate change.

Shifting current patterns, seal-level rise and increasing temperatures affect the availability of prey and suitable habitat for shark populations.

Scientists from Charles Darwin University, the Australian Institute of Marine Science, the University of Adelaide and CSIRO have so far tagged 83 sharks and collected thousands of detections of their location.

Conrad Speed, from the School of Environmental Research at Charles Darwin University, is investigating the movement patterns and feeding ecology of black tip, white tip, grey reef, lemon and nervous sharks.

“Movement patterns are monitored using acoustic transmitters, also known as ‘pingers’, and a series of receivers along the Ningaloo Reef. Pingers can either be implanted internally or externally tag-mounted” says Mr Speed.

Mr Speed, found that juvenile and adult black tip sharks visit the same inshore areas, but at different times. Sharks have also been found to travel great distances, crossing the borders of marine parks.

“The distances the sharks travel have implications for management and protection of the reef sharks at Ningaloo. One tagged shark was caught by a recreational fisher outside the park border” says Mr Speed.

Active tracking of the sharks provide fine-scale movement patterns to assist determination of home ranges and habitat use. Another 50 sharks are due to be fitted with acoustic tags over the next two years, of which 10 will be continuously tracked.
According to Mr Speed, variations in oceanographic conditions will result from climate change. Tracking sharks will provide a basis for predicting their adaptability over longer time scales.

Conrad Speed will present research on reef shark populations at the GREENHOUSE 2009 conference.

Accredited media are invited to attend the conference. To register your interest or obtain further information please contact Imogen Jubb on 03 9669 4370, 0417 258 020 or email i.jubb@bom.gov.au

Further Information:
Conrad Speed, School for Environmental Research, Charles Darwin University/AIMSPh: 08 8920 9210; 0423 282 461
http://atrf.anu.edu.au/index.php?pid=10#speed

Wendy Ellery, AIMS Media LiaisonPh: 4753 4409; 0418 729 265; w.ellery@aims.gov.au

Media Assistance at the Conference:Imogen Jubb, CSIRO Marine and Atmospheric ResearchPh: 03 9669 4370, 0417 258 020 i.jubb@bom.gov.au

Visit the GREENHOUSE 09 website at: www.greenhouse2009.com

segunda-feira, 23 de março de 2009

..**..EARTH..EARTH..EARTH..EARTH..**..

THE EARTH FASCINATES ME
É O MEU LUGAR.
MY SOUL!
A MINHA MÃE.
MY PLACE (AND YOURS TOO)
O PEDAÇO MAIS LINDO DO UNIVERSO!
.....ME ARREPIEI QUANDO VI!...EMOCIONANTEEEE!...
MEU DEUS COMO É BELO E MAGNÍFICO.....

Uma produção da BBC greenlight media e da Discovery Chanel.
Apresentado pela Disney Nature.




Não vejo a hora de ver na íntegra
=)

quinta-feira, 5 de março de 2009

.Peixe Transparente.

03/03/2009 16:49:00




Cientistas encontram peixe transparente nas águas profundas da Califórnia

Califórnia - Cientistas do Aquário de Monterrey capturaram nas águas profundas da Califórnia um peixe que tem o topo da cabeça transparente e narizes no lugar dos olhos. Reportagem e foto divulgados pela National Geographic revelam a curiosa criatura de 15 centímetros que, num primeiro momento, parece de outro planeta.

A cabeça lembra a cabine de um jato. Dentro, ficam os dois olhos cilíndricos, revestidos por membrana esverdeada super sensível, que capta o resto de luz que chega às águas profundas. As pequenas aberturas acima da boca não são olhos, são órgãos olfativos.
O exemplar foi capturado a 600 metros de profundidade. A espécie Macropinna microstoma foi identificada em 1993, mas os peixes sempre chegavam à superfície mortos, com a delicada e macia cabeça transparente danificada pelas redes de pesca.
Imagens feitas por robôs mostram que o peixe passa a maior parte do tempo parado, com os olhos voltados em direção à superfície. O peixe é especialista em "roubar" peixes capturados de medusas e caravelas (primos maiores das águas-vivas). Com seus olhos que giram em várias direções e as nadadeiras horizontais, ele consegue navegar entre os perigosos tentáculos.

Fonte: http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/cientistas_encontram_peixe_transparente_nas_aguas_profundas_da_california_233509.asp

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Doença de boto revela poluição do mar

25/02/2009 - 10h41

CLAUDIO ANGELO
editor de Ciência da Folha de S.Paulo

Quando começou a monitorar a população de botos marinhos de Paranaguá, norte do Paraná, em 2006, o biólogo Marcos de Oliveira Santos ficou intrigado: as fotografias que fazia para identificar os animais vira e mexe revelavam extensas feridas na pele. Em uma década fotografando esses golfinhos tímidos no estuário de Cananeia, sul de São Paulo, a apenas 60 km dali, Santos nunca havia visto nada parecido.
A partir de 2007, o pesquisador levou suas imagens para a veterinária holandesa Marie-Françoise Van Bressem, do Centro de Pesquisa de Cetáceos do Peru. Ela matou a charada: as lesões observadas por Santos eram um tipo de micose, provavelmente causado por poluição da água.

Os candidatos não podiam ser mais óbvios: primeiro, os botos de Paranaguá vivem na vizinhança do segundo maior porto do Brasil, que gera não só contaminação por óleo e outros materiais como também por água de lastro de navios, que pode trazer micróbios de longe.
Mas outro fator pode estar por trás da doença dos botos: a instalação de uma fazenda de camarão em Paranaguá em 2006.
A carcinicultura tem pipocado por diversas partes do litoral brasileiro, frequentemente em áreas habitadas por mamíferos marinhos. Se ela realmente estiver ligada à epidemia, isso é uma má notícia para botos e golfinhos de toda a costa, incluindo a paulista.

"No Lagamar [região de estuário de 507 quilômetros quadrados entre São Paulo e Paraná] fecha uma e abre outra", disse Santos à Folha, sobre as fazendas de camarão. "O Ibama diz que não há, mas a gente sabe que não tem fiscalização, não tem gente, não tem barco, não tem carro."
Ainda não se sabe a real extensão da epidemia, nem sua gravidade. Santos detectou lesões na pele de 17% dos botos (Sotalia guianensis) fotoidentificados em Paranaguá. A julgar pelo tamanho das feridas --algumas com até 25 centímetros de extensão, no dorso dos animais--, o agente causador da infecção, provavelmente um fungo, deveria estar circulando na população por meses.
"A gente não tem ideia do grau de contaminação e do estado de saúde dos bichos de lá", afirma o pesquisador da Unesp, hoje na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Van Bressem tem "colecionado" casos de doenças de pele entre cetáceos em toda a América do Sul, e seus estudos indicam que as micoses podem acelerar outros fatores que matam os animais.
Estudos anteriores da pesquisadora holandesa também sugerem a relação entre o surgimento de micoses entre golfinhos e poluição. Em pelo menos um caso, em Guayaquil, Equador, a presença de fazendas de camarão era a fonte de poluentes responsável.
"Sabe-se que a aquacultura, especialmente as criações de salmão e camarões, usa pesadamente antibióticos profiláticos que podem alterar a fauna normal da pele e criar um ambiente adequado para a invasão dos fungos", escrevem Van Bressem, Santos e colegas em um artigo descrevendo a epidemia em Paranaguá, recém-publicado no periódico "Marine Environmental Research".
A ausência de portos e de carcinicultura (por enquanto) no estuário de Cananeia, uma área protegida, explicaria a virtual ausência de doenças de pele entre os botos dali.
Bioindicador
O trabalho de Van Bressem, Santos e outros cientistas tem mostrado que os pequenos cetáceos, como os golfinhos e os botos, são indicadores eficazes da qualidade da água. E, como são predadores que ocupam o topo da cadeia alimentar, podem dar pistas sobre a saúde de todo o ecossistema.
O próprio Santos já mostrou o potencial de bioindicador dos botos de Cananeia, população que ele acompanha desde 1996. Em 2003, ele e colegas publicaram no periódico "The Science of Total Environment" resultados de biópsia mostrando que os animais estavam acumulando pequenas quantidades de DDT em sua camada de gordura. O DDT é um veneno da classe dos organoclorados, banido no Brasil nos anos 1980.
Sua aparição entre os botos de Cananeia sugere que fazendeiros do Vale do Ribeira continuam usando a substância.
O pesquisador paulista se diz preocupado com a possibilidade de a epidemia em Paranaguá se alastrar por Cananeia. "Assusta um pouco, porque não sabemos o quanto essas populações estão em contato." Até agora, somente um indivíduo de Cananeia foi visto em Paranaguá, mas a comunicação no estuário do Lagamar é grande e pode haver constante fluxo genético entre as populações. "É o que queremos descobrir."
Este é só mais um mistério da vida dos botos marinhos. Arredios e sem o carisma do golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus), esses animais ainda são virtualmente desconhecidos pelos cientistas. Até 1993, não havia nenhum trabalho de fotoidentificação desses animais, e somente em 2005 uma análise de DNA revelou que eles são uma espécie separada do boto tucuxi da Amazônia. O boto de rio ficou com o nome Sotalia fluviatilis, que até então era aplicado ao boto marinho.


terça-feira, 23 de setembro de 2008

Cientistas descobrem centenas de novas espécies marinhas na Austrália.


Biodiversidade.

Reuters
RIO - Duas frentes distintas de pesquisa permitiram a descoberta de centenas de novas espécies marinhas na Austrália. Entre os achados feitos pelos cientistas, estão 300 novas espécies de corais, e centenas de arraias e tubarões, entre outros.
O primeiro estudo teve como ponto de partida o Censo da Vida Marinha, um ambicioso projeto internacional, iniciado em 2000, envolvendo 1.700 cientistas de mais de 70 países, que tenta fazer um levantamento de toda a vida no mar. Após uma série de expedições à Grande Barreira de Corais, da ilha Heron, e ao recife de Ningaloo, foram reveladas centenas de novas espécies de corais e outros animais.
As expedições à região dos corais aconteceram durante quatro anos e buscavam também observar o impacto do aquecimento nesses locais, já bastante afetados pelas mudanças climáticas. Elas levaram à atualização de 300 espécies de corais moles, das quais metade ainda não havia sido catalogada. Além disso, foram encontradas dezenas de famílias de pequenos crustáceos, muitas totalmente desconhecidas.


No segundo estudo, pesquisadores descreveram, com a ajuda de exames de DNA, uma centena de novas espécies de arraias e tubarões.

domingo, 7 de setembro de 2008

Demanda asiática acelera sumiço de tubarões no país

Só em 2007, Brasil exportou US$ 2,3 mi em barbatanas, usadas em sopa na ChinaPesca de vários tipos tem feito populações declinarem em até 95%; tubarão-azul, fácil de capturar, é uma das espécies mais cobiçadas.

EDUARDO GERAQUE


Os tubarões do litoral brasileiro estão protagonizando um filme de horror -só que como vítimas, não vilões. Nesse novo roteiro, populações inteiras estão sendo dizimadas pelos vários tipos de pesca. Algumas, como é o caso do cação-listrado, já declinaram em até 95%.
O incremento na cobiça pelos tubarões no país em todas as partes do mundo ocorre por causa do aumento no preço da sua barbatana, puxado principalmente pela demanda asiática. Hoje, ela pode chegar a custar até R$ 100 o quilo no Brasil. É usada em uma sopa muito apreciada pelos chineses.
A procura pelas barbatanas pode ser vista, por exemplo, em Itajaí (Santa Catarina). Um barco que atracar naquele porto carregado com tubarões-azuis (Prionace glauca), após 20 dias no mar, vai ter de fazer um leilão de seu produto. Em média, pelo menos três compradores, representantes de empresas, aparecerão interessados nas barbatanas.
Depois da compra, eles encaminham os produto para o exterior.“Depende do caso, mas 200 kg podem ser arrematados por até R$ 20 mil”, diz o armador José Kowalski, dono de cinco barcos de pesca de tubarão na região de Itajaí. “Acho que vai tudo depois para Taiwan.”Números oficiais das exportações brasileiras atestam a existência de um mercado nascente. Sob a rubrica barbatanas de tubarão secas, o Brasil ganhou, em 2007, US$ 2.312.544. Isso equivale a 131 toneladas.

O favorito

A pressão sobre o tubarão-azul, capturado pela modalidade de pesca conhecida como espinhel, é crescente. O pesquisador Jorge Kotas, do Cepsul (Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul), contabilizou a retirada de 35 mil indivíduos das águas do Sul do Brasil entre 1997 e 2005. Essa espécie é uma das favoritas dos pescadores, por ser fácil de apanhar e ter barbatanas enormes.
Só dessa espécie, 2 milhões de exemplares são retirados do Atlântico Sul todo ano. “Os sinais de declínio na população já apareceram no período estudado, porque houve muitas capturas de indivíduos jovens”, diz.Segundo Kotas, o declínio pode ser notado no esforço de pesca, ou seja, o número de horas que é preciso ficar no mar para capturar uma dada quantidade de peixes. Em 2001, cada viagem rendia 5,7 toneladas de tubarão-azul desembarcadas em Itajaí. Em 2005, eram 3,4 toneladas por viagem.


“Finning”

Kowalski diz que não está fazendo nada de ilegal -e é verdade. “Não existe nenhuma proibição de captura desse peixe”, diz o empresário, que vende parte de sua produção nas madrugadas do Ceagesp, em São Paulo (ali, o quilo da barbatana custa R$ 5,00).
Mas o que é ilegal, segundo o Ibama, é a prática do “finning” -a retirada da barbatana do tubarão em alto-mar com o descarte do animal logo em seguida- e a captura de filhotes ou de determinadas espécies ameaçadas de extinção.“Hoje, a prática do “finning” em águas brasileiras praticamente não existe”, afirma Fábio Hazin, biólogo da Universidade Federal Rural de Pernambuco. “Os barcos nacionais aproveitam 100% dos tubarões capturados e os estrangeiros têm observadores de bordo.”Nem todo pesquisador que trabalha com tubarões descarta a hipótese de que o “finning” ocorra no Brasil. Para o biólogo Marcelo Szpilman, diretor do Instituto Ecológico Aqualung, a pesca ilegal de tubarão, inclusive o “finning”, não só existe como precisa ser coibida. “O Brasil precisa fiscalizar o seu mar territorial. O que ocorre, muitas vezes, é que os chamados navios-fábrica operam em alto-mar por meses. Eles não precisam atracar.”Um dos maiores especialistas no tema no Brasil, o biólogo Carolus Vooren, da Universidade Federal do Rio Grande, levanta outro problema.Várias espécies mais costeiras, como o cação-anjo e o cação-viola, estão seriamente ameaçadas de extinção porque, além de serem alvos da pesca industrial, elas acabam sendo capturadas, às vezes de forma acidental, pela pesca amadora.

Arrastão no mar

Neste caso, os anzóis do espinhel (veja quadro abaixo) são trocados pelas redes de arrasto. Os vários tipos de pesca, segundo Vooren, dizimaram mais de 80% do cação-anjo e do cação-viola no litoral sul do Brasil.No litoral norte do país, o cação-quati, ameaçado de extinção, tem uma queda anual na sua população de 18,4%. Em 2006, foi listado como “criticamente em perigo”.
No Nordeste, o problema é a pesca do tubarão-toninha. Essas espécies estão caindo na rede cada vez mais cedo. Cerca de 90% dos animais capturados são jovens de até cinco anos de idade.“A pesca de arrasto é uma ameaça para os elasmobrânquios [grupo dos tubarões e raias] em geral por causa da estratégia de vida deles”, diz Vooren. A taxa de crescimento populacional desses animais é baixa, e a pressão de pesca, alta. “São poucos filhotes por prole, de cinco a dez no máximo, dependendo da espécie.”
Uma das sugestões dele é que sejam criadas áreas de proibição à pesca nos locais onde os tubarões se reproduzem. Existem ao menos cinco zonas de reprodução no litoral Sul do Brasil e uma em São Paulo.Até a pesca considerada amadora deverá ser fiscalizada, dizem os cientistas. Se no Sul, em Rio Grande, o Ibama local é atuante, em São Paulo os atravessadores de barbatanas correm as vilas de pescadores e, quase sempre, conseguem comprar o que buscam.Na própria tabela do Ceagesp na internet, o preço do quilo do cação-viola -cuja captura é proibida- pode ser consultado pelos consumidores. No dia 19 de junho, o quilo do peixe para o atacado custava R$ 2,25.


“Folha de S. Paulo ciência”
17 de Agosto de 2008 às 18h 00m



Fonte: http://blog.controversia.com.br/2008/08/17/demanda-asiatica-acelera-sumico-de-tubaroes-no-pais/
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quinta-feira, 5 de junho de 2008

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

E a discussão deveria ser MUNDIAL, assim como tal...mas....


gestão ambiental05/06/2008

EXCLUSIVO: No Dia Mundial do Meio Ambiente, maior desafio é salvar a Amazônia

Mônica Pinto / AmbienteBrasil (*)

No ano passado, o Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de Junho – transcorreu marcado pela greve dos servidores do Ibama, que tentavam derrubar no Congresso a nova estrutura proposta para o Ministério do Meio Ambiente, no bojo da qual se criava o Instituto Chico Mendes, que acabou vingando, a despeito de todas as contestações.

Agora, a grande expectativa é quanto à atuação do novo condutor da pasta, o ministro Carlos Minc. Ele já chega recebendo má notícia e, a partir dela, tendo que enfrentar de cara o maior desafio de sua gestão: conter o desmatamento na Amazônia, cuja escalada veio a público agora, a partir da divulgação de dados nesse sentido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Numa primeira ação, ele anunciou nesta segunda-feira que vai deflagrar ainda em junho a operação já batizada de “Boi Pirata”. O objetivo é apreender gado criado em propriedades ilegais do ponto de vista ambiental e fundiário nos estados da Região Amazônica.

A iniciativa coaduna-se com perspectivas do movimento ambientalista. “A retomada do desmatamento demonstra que as necessidades do mercado vêm se sobrepondo à questão ambiental e a própria legislação ambiental - num momento em que o preço das commodities disparam no cenário mundial - e que, mais do que nunca, são necessários o reforço, a manutenção e implementação completa das medidas restritivas de crédito e de embargo à produção para atividades ilegais na região”, defende a ONG WWF-Brasil.

Segundo divulgação do MMA, a partir do segundo semestre, as ações de combate ao corte da floresta também receberão reforço de 500 homens do Ministério da Justiça, oriundos de batalhões especializados, que serão o embrião do Guarda Nacional Ambiental. Minc também adiantou que 116 operações de fiscalização serão realizadas na região pelo Ibama até julho.

As ações na Amazônia, no entanto, não se resumem a medidas de fiscalização e controle. O ministro fez questão de lembrar que uma série de ações estão sendo tomadas na chamada agenda positiva. Segundo Minc, o MMA vai garantir 30% dos recursos para regularização ambiental e cerca de R$ 1 bilhão para recompor as reservas legais na Amazônia, além de R$ 136 milhões para apoio às reservas extrativistas.

Está previsto para acontecer hoje o anúncio da criação de duas novas unidades de conservação federais: a Reserva Extrativista de Ituxi e o Parque Nacional do Mapinguari, ambas no Amazonas.

Especificamente no caso de Ituxi, se contempla um anseio da comunidade, exposto por AmbienteBrasil na matéria Movimento amanhã em Brasília cobra criação das Reservas Extrativistas empacadas na Casa Civil, publicada no dia 12 passado.

Localizada no município de Lábrea, a Resex do Ituxi terá área de 776.940,85 hectares. Esta região caracteriza-se principalmente pela presença de florestas de terra firme, várzea, roçados e capoeiras que apresentam características muito peculiares e extrema riqueza biológica. Nesta área habitam hoje cerca de 500 pessoas - aproximadamente 109 famílias - em cerca de 20 comunidades. O extrativismo é a principal ocupação da população, que utiliza como matéria-prima frutos, óleos e outros produtos vegetais sazonais tais como a castanha, andiroba, borracha natural, copaíba, açaí, uxi e alguns cipós. A pesca tradicional nos lagos e igapós da região também é importante fonte de renda e subsistência para a comunidade.

Confira a seguir algumas informações e eventos alusivos ao Dia e à Semana Mundial do Meio Ambiente, que acontecem pelo país.

Em Barueri (SP)
Hoje, por volta das 6h30, uma guarnição do Corpo de Bombeiros faz uma salutar “pesca” no rio Tietê, entre os bairros da Aldeia de Barueri e Alphaville, na cidade de Barueri. Usando uma rede de mais de 40 metros de comprimento, os organizadores do evento querem contar quantas garrafas PETs serão pescadas. Esse material foi, aliás, utilizado na confecção de centenas de vassouras que, por volta das 11 horas, estarão a serviço da limpeza do bairro da Aldeia de Barueri. A promoção é da Prefeitura da cidade, que anuncia ainda o plantio de centena de árvores no mesmo bairro, trabalho a cargo de voluntários.

Em Cachoeiras de Macacu (RJ)
O projeto de reflorestamento das margens do rio Macacu, que tem acompanhamento técnico do Instituto Estadual de Florestas (IEF/RJ), realiza hoje o plantio de 1,7 mil mudas em Cachoeiras de Macacu, na futura sede da Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio Macacu. A atividade terá a participação de alunos de escolas públicas, idosos e detentos.

No Rio de Janeiro (RJ)
A Assembléia do Rio de Janeiro debate hoje o Decreto Estadual que, antecipam ambientalistas, provocará aumento nas emissões de gases causadores de efeito estufa. Segundo eles, o decreto autorizou, sem estudos técnicos, a construção de “mega-aterros sanitários” nas principais cidades da região metropolitana. “O Brasil tem potencial de gerar 25% da energia consumida diariamente pelo país através do aproveitamento energético da biomassa do lixo, mas continua construindo ‘cemitérios de lixo’”, diz o ambientalista Sérgio Ricardo.

Em Belo Horizonte (MG)
A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH) completa hoje 17 anos. Trata-se da segunda maior área verde pública da cidade, ocupando 175 hectares de mata do cerrado, espaço em que se abrigam o Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rego, mais conhecido como Parque Ecológico da Pampulha.

Em Ouro Verde (PR)
Nessa sexta-feira, tem palestra gratuita na cidade paranaense de Ouro Verde para os agricultores da região. O objetivo é apresentar um novo produto - o Solo Natural de Ipirá (SNI) –, com explicações sobre seu uso e benefícios às lavouras e ao meio ambiente.

Pelo Brasil
Os fabricantes de pneus novos aproveitam a data para divulgar que o Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis (Reciclanip) já recolheu 780 mil toneladas - equivalente a 156 milhões de pneus de passeio – a partir de 283 pontos de coleta espalhados pelo país, desde que foi lançado, em 99. O objetivo é reciclar 150 mil toneladas de pneus inservíveis em 2008. No Brasil, a utilização desse material está dividida no uso como combustível alternativo no co-processamento da indústria cimenteira (84%), na utilização na fabricação de pó de borracha, artefatos e asfalto (12%) ou ainda como matéria-prima para solado de sapato e dutos fluviais, entre outras aplicações.

* Com Assessorias de Imprensa.

http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=38616

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quarta-feira, 9 de abril de 2008

Camaleões mudam de cor para se destacar, diz estudo.

Exibidooooooooo!!!

Lindoooo!!!


ihihihihihii





Camaleões desenvolveram a habilidade de mudar de cor para tornar-se mais visíveis, e não, como se acredita popularmente, para esconder-se mimetizando-se à paisagem ao redor, sugere um estudo de cientistas australianos e sul-africanos.
O réptil muda de cor por uma variedade de finalidades: comunicação, camuflagem e controle de temperatura. Entretanto, a razão primordial por que eles desenvolveram esta habilidade permanecia desconhecida.
Escrevendo no revista científica PLoS Biology, cientistas dizem que o motivo era transmitir mensagens a outros camaleões.
“(Nossa pesquisa) sugere que os camaleões desenvolveram esta mudança de cores para transmitir mensagens, repelir rivais ou atrair parceiros, e não para mimetizar-se a uma maior variedade de ambientes”, disse o co-autor do estudo, Devi Stuart-Fox, da Universidade de Melbourne.
Sistema visual
A equipe do Dr. Stuart-Fox observou 21 espécies de camaleões-anões sul-africanos (Bradypodion spp), a fim de comparar suas habilidades de mudança de cores e considerar suas relações evolutivas.
Como os camaleões têm sistemas visuais distintos do dos humanos – eles possuem um tipo de cone sensível a raios ultravioleta (UV) – os pesquisadores tiveram antes de identificar o que os camaleões estavam vendo.
“Medimos as cores com um espectrômetro, que mede tanto as cores quanto os raios UV, e combinamos isto com as informações sobre o sistema visual dos camaleões, para chegar a modelos de como eles percebem as cores”, disse o pesquisador.
Os cientistas submeteram os camaleões a diversos ‘duelos’, e perceberam que as maiores mudanças de cores ocorriam quando os camaleões se socializavam.
“Se um macho é desafiado por outro macho, ambos começam a demonstrar suas cores mais brilhantes – até que um se dá conta de que o outro ganhará, e muda para uma cor ‘submissa’, mais escura”, explicou Stuart-Fox.
Os pesquisadores também colocaram os répteis diante de passarinhos e serpentes, e estudaram como os animais mudavam sua cor em resposta a predadores.
“Descobrimos que as espécies de camaleões que mais mudavam sua cor tinham padrões mais visíveis a outros camaleões. Mas eles não possuíam uma gama tão vasta de cores para misturar-se ao ambiente em seu habitat”, disse Stuart-Fox.
Para os pesquisadores, os resultados fortalecem a hipótese de que, em camaleões-anões sul-africanos, a habilidade de mudar de cores dramaticamente evoluiu como estratégia de facilitar a comunicação e a socialização, e não a camuflagem.




terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

South Africa to Allow Elephant Killing

What a SHAME!!!!
=(
=......(

....So said....









South Africa will reverse a 1995 ban on killing elephants to help control their booming population, the country's top environment official said Monday, drawing instant outrage from animal-rights activists.
Environment Minister Marthinus van Schalkwyk did not say how many elephants could be killed, but he said estimates by some animal-rights groups of 2,000 to 10,000 animals were "hugely inflated."

"Culling will only be allowed as a last option and under very strict conditions," van Schalkwyk told reporters. "Our simple reality is that elephant population density has risen so much in some southern African countries that there is concern about impacts on the landscape, the viability of other species, and the livelihoods and safety of people living within elephant ranges."
The Johannesburg-based group Animal Rights Africa threatened to call for international tourist boycotts and protests and to take legal action.
"Quick and Humane"
South Africa's elephant population has ballooned to more than 20,000 from 8,000 in 1995, when international pressure led to a ban on killing them.
Elephants require great tracts of land to roam in order to get their daily diet of about 660 pounds (300 kilograms) of grass, leaves, and twigs, and they are increasingly coming into conflict with people in the competition for land.
Van Schalkwyk also announced that the government is prohibiting the capture of wild elephants for commercial purposes—a move likely to draw fire from a fast-growing industry in elephant-back safaris.
In addition, he said, the government is drawing up regulations to govern treatment of the country's 120 captive elephants. Van Schalkwyk said his department had received "numerous complaints" about cruel training practices including the use of electric prodders.
All three measures are part of a comprehensive update to South Africa's elephant policy that the government calls an attempt to manage the needs of elephants with those of people, killing some of the animals humanely.
The new regulations on managing elephants, effective May 1, say killing must be "quick and humane," using a rifle with minimum caliber of .375. The rules also encourage other elephant population control methods, such as contraception by injection and relocation.
Van Schalkwyk said the debate over killing elephants was marked by "strong emotions."


There are few other creatures on earth that have the ability of elephants to 'connect' with humans in a very special way," he said.
"Murder"?

African elephant populations in other countries are low, and the animals are classed as "threatened." Trade in ivory has been banned since 1989 to try to combat poaching.
The new regulation said that elephants' survival often depends on their operation as a family unit, and "an elephant may not be culled if it is part of a family, unless the matriarch and juvenile bulls are culled as well."

It said killing may be carried out only under a plan prepared with a recognized elephant-management ecologist and approved by relevant authorities.
Animal Rights Africa said killing elephants was "undeniably cruel and morally reprehensible" as well as counterproductive.

"It's hugely problematic and it does the opposite of what they want it to do," spokesperson Michele Pickover said.
She argued that when elephants are killed, the herd automatically breeds more, and other elephants move into the space of the slain elephants, resulting in a larger population than before the killing.
Her organization also argues that there are not too many elephants in South Africa.
She also said the latest research has proved that elephants have a sense of self-awareness and cognitive powers that place them in a special category together with great apes, dolphins and humans.
"How much like us do elephants have to be before killing them becomes murder?" Pickover asked.
"Down Side"

A total of 14,562 elephants were killed in South Africa between 1967 and 1994. Without that campaign, their numbers would have rocketed by now to 80,000, according to the national parks service.
Many elephants were traumatized by the killings and some became aggressive as a result.
Bob Scholes, lead author of the elephant management regulations, acknowledged to reporters that there is a "down side" to killing.
"It changes the way they behave; there is a lot of evidence for social behavioral consequences as a result of culling" he said.
The new regulations say that killing should not be carried out near other elephants.
Contraception also is fraught with problems. A female normally breeds every four years and does not mate while nursing. With contraception, a female is in heat every four months—but cannot become pregnant—and so suffers the physical stress of frequent copulation with bulls four times her weight.
And moving elephants, another alternative, can be prohibitively expensive.
The era of the big white hunter in the 1900s brought Africa's elephants near to extinction. South Africa had just 200 elephants at the turn of the 20th century.

Now South Africa, Namibia, and Botswana all have booming elephant populations—a result of their conservation efforts—while the animals' numbers in east and west African nations are struggling because of large-scale poaching.
Van Schalkwyk said he had discussed the new regulations with other southern African countries facing the same dilemma.
Botswana has—by far—the largest population, with an estimated 165,000 elephants. Zimbabwe has an estimated 80,000 and Mozambique some 20,000.


Celean Jacobson in Pretoria, South AfricaAssociated Press
February 25, 2008






quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Australianos identificam novas espécies no fundo do mar;


Atualizado às: 20 de fevereiro, 2008 - 16h22 GMT (14h22 Brasília)






Lindooooo!!!...Entre no site e assista!



Cientistas australianos identificaram espécies marinhas desconhecidas no fundo do mar durante uma viagem pelas águas do leste da Antártida.
Águas-vivas com tentáculos de até seis metros, uma aranha-do-mar e fungos gigantes foram algumas das espécies que a equipe do navio Aurora Australis encontrou na viagem.


"As imagens são realmente deslumbrantes", diz Martin Riddle, que liderou a pesquisa no navio. "É impressionante navegar as montanhas e os vales do fundo do mar e ver como os animais vivem em um ambiente sem influências exteriores."
A viagem faz parte do projeto Censo da Vida Marinha Antártica, do governo australiano, que realizará 16 viagens às águas da Antártida entre 2007 e 2009.
A aranha do mar foi uma das descobertas da equipe australiana
O projeto tem o objetivo de fazer um levantamento da biodiversidade, abundância e distribuição das espécies antárticas e estabelecer um banco de dados para futuros estudos. Além disso, os cientistas irão analisar o impacto do aquecimento global nas águas da Antártida.
"As espécies coletadas durante a viagem serão enviadas para universidades e museus ao redor do mundo para identificação, e para retirar amostras dos tecidos e DNA", afirma Garaham Losie, diretor do projeto. "Certamente novas espécies serão registradas como resultado destas viagens."

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

SAVE THE SHARK!!!







Listados aqui algumas coisas que julgo bem interessante, que valem a pena parar uns minutos para que você possa ampliar seus horizontes e conhecimentos.






Blog de Darren Jew, o meu fotografo australiano favorito...ele é show!...e essa campanha que ele participou conseguiu tira do ar no AMAZON.com a venda de barbatanas dos tubarões.





Aprenda mais sobre.....(GOOD!...VERY GOOD!)






Intimidade!...Video Interessante!






Outros:

Esse link da NG é de 2003......MY GOSH!!!....imagina como não está a situação nos dias atuais, 4 anos mais tarde.....=(------------------












AÇÃO!



É preciso acabar com esse tipo de informação nos meios de comunicação =**%¨%&¨*&*
E principalmente, lutar para que estabelecimentos como esse parem de comercializar sopa de barbatana e outros animais dos mares.......(UM ABSURDO!!!....E AINDA SE ORGULHAM EM DIZER QUE GANHARAM PREMIO PELA CRIAÇÃO DOS PRATOS........Disgusting)









____________________________________________________________

A coisa mais verdadeira que Rob diz nessa entrevista é sobre o medo que é criado nas crianças sobre os tubarões e outros "danger" animais.......QUE LINDOOO!!!


E acontece exatamente como ele disse.......Sempre te dizem que os tubarões são perigosos e assassinos, no entanto, quando você está na presença do proprio ele tem o PODER de MUDAR tudo......De repente você se vê COMPLETAMENTE apaixonado por ele!



Yes...I LOVE SHARK!....a entrevista é em inglÊs,mas vale muiiito a pena!!!!....DO IT!





E para terminar...um video SENSACIONAL!!!!.......=D



Vamos salvar esses seres extraordinários!!!!!!









Fran.

SHARK FRIEND!!

DESABAFO ORIGINAL!

Ontem passei boa parte da noite e madrugada conversando com um velho amigo australiano que conheci na época que morava em "Oz land", entre tantos papos e recordações, ele me contou sobre algumas atrocidades que tem ocorrido até mesmo na Austrália contra um velho e querido amigo nosso...o TUBARÃO!

Me apaixonei por esse poderoso ser vivo dos mares quase ao mesmo tempo em que me rendi inteiramente a prática de mergulho.

Desde então eles me fascinam cada dia mais....e acreditem são lindíssimos!
Não canso de ler e reler os livros que trouxe sobre esse animal da minha última viagem aos EUA.

No entanto esses belos animais são vistos por muitos como algo bonito apenas em seus pratos quentes "exóticos" o que vem causando uma devastação de milhares de espécies no mundo todo, que não suportará por muito tempo essa matança desenfreada!

Porêm o que me entristece imensamente é que todos os dias matam milhares de tubarões, e a população no geral tem se mobilizado muito pouco, incluindo a minha pessoa!
:(---





Ele ainda tentou me animar me mandando vários artigos, reportagens, ações, enfim...

ATTITUDE!!!!!!......


Não consegui dormir.....É preciso fazer algo e JÁ!

Ambientalistas, Ecologistas, Biólogos são pessoas que em sua maioria lutam dia e noite para salvar e preservar não só os tubarões,mas todos os seres vivos dessa terra, inclusive o homem.

Acredito que ensinar ,educar PRIMEIRAMENTE todos, até mesmo as pessoas necessitadas, a cuidar dos animais,a PRESERVAR a natureza é salvá-las de todo e qualquer mal psicológico, emocional,fisiologico!...Quando se tem AMOR pelos animais, pela natureza, automaticamente se estabelece dentro de cada um RESPEITO, CARINHO, UNIÃO e COMPAIXÃO! por todas as coisas!

Pois quando estamos perto do nosso lugar de origem, as coisas boas da alma florecem!

FAÇA A SUA PARTE!

Não sabe como???......Então lá vai uma dica simples e que transforme crianças e até adultos.

Sabe aquele seu priminho, sobrinho, ou até mesmo vizinho barulhento???...pois então, sempre que você tiver a oportunidade ou se não tiver, crie uma. Demonstre para ele como se lida com a plantinha do hall do elevador......

Uma curta experiência: Dois amiguinhos meus o João e o Pedro(9 e 5 anos), meus vizinhos de porta, adoram bichinhos...No entanto o Pedro 5 anos aos 2 anos teve o ante braço amputado em um acidente, o que dificulta muito a sua socialização. Certo dia chegando em casa encontrei o Pedro dando vários chutes em um hamster. Fiquei indignada com aquilo, doeu em minhas costelas!.....Mas como ele é uma criança nao muito facil de se lidar, cheguei com jeito e perguntei porque ele estava fazendo aquilo, disse que o "ratinho" era tão lindo, que merecia cheirinho, carinho, beijinho...e o Pedro começou a chorar, disse-me que não gostava do hamster, porque não conseguia pega-lo com uma mão só......Nem preciso dizer que cortou meu coração de fora a fora.....as mãos miudinhas e o hamster tão pequeno e agitado não parava na sua mão. Na hora só me ocorreu fazer um desafio. Prometi ao Pedro um prêmio caso ele encontrasse um jeito de pegar o hamster nas mãos, carrega-lo e isso tudo na base do carinho. Ele me olhou com uma cara feia e saiu andando sem dizer nada....
Alguns dias depois nos encontramos no hall do elevador e ele me pediu para esperar pois queria me mostrar uma coisa.
Não tem explicação ver aquele menino de 5 anos tratando o hamster, "Elvis" como se fosse seu proprio filho...Ele fez uma sacolinha tipo de canguru para carregar o hamster e conseguiu um jeitinho de pegá-lo do chão......E acreditem ou não.....ele ficou tão feliz por poder carregar em suas mãos o hamster que ele me agradeceu, e não quis o prêmio!

Ele não precisa de um prêmio.O maior prêmio que ele poderia ganhar já estava em suas mãos!

Se nossas crianças aprenderem que a grama do jardim tem vida, que os animais também gostam de carinho(tente "apresentar" a famosa "dorme-dorme", criança adora quando "vê"e sente as plantinhas "vivas") assim como elas, aprenderão a cuidar de toda e qualquer vida existente na face da terra.

FAÇA ISSO!....A VIDA, AS PLANTAS, OS ANIMAIS ESTÃO AO NOSSO REDOR!

Essa é a minha mensagem de coração!

Fran

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sábado, 3 de novembro de 2007

Tem dias que...



Tem dias que a gente se sente um pouco talvez menos gente.